Será que escolhi a carreira certa? Saiba como tirar essa dúvida
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Será que escolhi a carreira certa? Saiba como tirar essa dúvida

O mundo está cada vez mais rápido e competitivo. E com os tão frequentes cenários de crise econômica é difícil ficar parado. Precisamos estar em uma constante busca por especializações e, de forma geral, por sobrevivência. Conseguir um bom emprego, que nos dê sustento e felicidade, parece essencial.

Diante de toda essa pressão — que não vem só da família ou dos amigos, mas da sociedade como um todo —, jovens estão constantemente ansiosos para dar um start na carreira. Em meio a tudo isso, a insegurança surge.

“Será que escolhi a carreira certa?”; “Estou realmente feliz com o que faço?” Essas são perguntas normais nos dias de hoje. Mas não é preciso se preocupar tanto. Saiba como descobrir se você realmente tomou os melhores rumos em sua vida e entenda como agir:

Tranquilidade é essencial

Se você está lidando diariamente com alguma das dúvidas que apontamos acima, o primeiro passo é tentar se tranquilizar. Esse não é o fim do mundo: você ainda é jovem e tem muito para viver e aprender.

Para livrar-se da ansiedade, alguns pensamentos podem lhe ajudar. E todos eles envolvem a desconstrução de várias ideias que são enraizadas em nosso imaginário ao longo da vida. Veja a seguir:

  • muitas pessoas estão passando pelo mesmo momento que você. Essa angústia não é uma exclusividade. Tente entender que você não está sozinho e pode dividir seus sentimentos com amigos e colegas;
  • não é errado estar inseguro com as suas escolhas. Quase ninguém consegue acertar de primeira, mesmo que muitos deixem transparecer o contrário;
  • a “escolha da carreira certa” não é tudo. Esse é, sim, um aspecto de muita importância na vida, mas existem questões que não podem ser deixadas de lado. Sua saúde — física e mental — deve estar em primeiro lugar, sempre;
  • mudanças sempre vão acontecer. Vamos falar disso mais adiante, mas não se esqueça de que você não precisa se assustar quando as coisas parecem sair do lugar. A vida é assim — e isso não é negativo.

Se achar necessário, pode começar a se consultar com um psicólogo ou coach e até fazer um teste vocacional. Não deixe que esse momento tome conta de você!

Escolhas não são definitivas

Talvez por todo esse imediatismo de nossa geração, muitos acreditam que as nossas escolhas de vida sejam definitivas e engessadas. Isso vem com força total ao terminar o ensino médio. A possibilidade de mudança parece quase surreal para alguns. Como é possível “desfazer” uma escolha de curso, por exemplo? Essa dúvida se agrava quando pensamos em um conceito como o de carreira certa.

Pois bem: já pode começar a se desamarrar dessa definição. Como já lhe apontamos anteriormente, as mudanças são comuns ao longo de nossa vivência e isso ocorre principalmente porque nós mesmos mudamos: nossos pensamentos, personalidade e virtudes.

E, como as nossas escolhas são reflexo de quem somos, é comum que duvidemos delas a partir do momento que começamos a mudar. Tente entender que isso pode ser algo positivo: e se você estiver mudando para melhor?

A insatisfação com a carreira escolhida lhe apontará para algo que realmente lhe faça bem. É possível que, procurando um outro emprego ou área de especialização, você encontre algo que combine melhor com quem você é — e que lhe faça sentir ainda mais realizado.

Idade nunca será um fator decisivo

Com responsabilidades atribuídas cada vez mais cedo, jovens costumam se sentir mais velhos antes da hora. E, ao passar por questionamentos acerca da carreira certa, é bem normal que pensem “não posso mudar o meu rumo, eu já tenho X anos de idade” ou “mudanças exigem tempo e eu não tenho esse tempo para gastar”.

Tente absorver de uma vez por todas que a idade não é um fator tão decisivo assim quando o assunto é mudar. Muitas pessoas só descobrem o que realmente querem fazer de suas vidas bem mais tarde. Temos certeza de que é possível encontrar um caminho confortável, independentemente de sua idade.

E, mesmo diante disso, não deixe a sua juventude de lado. Mesmo em meio a um cenário econômico turbulento, é possível viver todas as fases da melhor forma possível. Não se cobre tanto!

Veja quantas pessoas incríveis sucederam frente às mudanças de trajeto profissional. Consulte essa lista quando a insegurança bater:

  • Walt Disney, criador de todo o universo Disney, trabalhava como jornalista. Ele, inclusive, foi demitido do veículo porque não era considerado criativo;
  • Andrea Bocelli, um dos tenores mais conhecidos do mundo, era advogado antes de trilhar sua carreira — e morria de medo de não fazer sucesso se largasse o direito;
  • Stephen King, autor de uma série de best-sellers, como “Carrie, a Estranha”, já teve uma série de empregos, até como zelador. Demorou para que ele tomasse coragem de entregar-se à paixão por contar histórias;
  • Julia Child, chef que alcançou reconhecimento mundial (e até ganhou um filme!), só se rendeu à cozinha depois dos 36 anos. Antes disso, trabalhou para a CIA — e não se considerava realizada.

 A importância de entender o que está errado

Você já deve ter visto como é comum não saber se escolheu a carreira certa. Além disso, deparou-se com a possibilidade de mudanças como algo positivo — e conferiu uma série de pessoas que tiveram coragem de tomar um rumo diferente e que se deram bem.

Mas, afinal, como descobrir se o que você está passando é apenas um momento? Será que você realmente tomou uma decisão incorreta ou está apenas passando por uma fase de dúvidas que logo se resolverá?

É fundamental saber distinguir isso. Com toda a pressão social que já citamos, colocar a carreira em xeque quase virou uma rotina. Cabe a você entender o que está dando errado e como isso pode ser solucionado.

A seguir, confira 4 perguntas que você deve responder para si. Diante de suas conclusões, vai ficar mais fácil compreender o que fazer com a sua carreira:

  1. “O que me incomoda em meu trabalho e/ou faculdade?”. Exemplos: escopo do trabalho, rotina, disciplinas, pessoas do meio etc;
  2. “O que me levou a fazer essa escolha?”. Exemplos: gostos pessoais, matérias do colégio, influência dos pais e família, reconhecimento da profissão etc;
  3. “Existe algum cenário em que me enxergo mais feliz?”. Exemplos: uma profissão específica, graduação tecnológica etc.
  4. “É possível procurar por algo que faça com que eu me sinta mais seguro?”. Exemplo: cursos profissionalizantes.

Com essas respostas em mãos, vai ficar mais fácil entender se você está apenas passando por um período de insegurança — ou se realmente vale a pena procurar por novas oportunidades. Uma coisa é certa: não é preciso sentir medo. Abrace os seus sonhos e o seu potencial.

Viu só como é possível entender se você realmente escolheu a carreira certa e, ainda, tomar uma atitude em relação a isso? Esperamos que nosso post tenha sido um conforto frente a tantas aflições!

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